Trata-se da incapacidade relativa na distinção de
certas cores que, na sua forma clássica, geralmente cria confusão entre o verde
e o vermelho. Esta perturbação tem normalmente origem genética,
mas pode também resultar de lesão nos órgãos responsáveis pela visão, ou de
lesão de origem neurológica.
O distúrbio, que era conhecido desde o século
XVIII, recebeu esse nome em homenagem ao químico John Dalton,
que foi o primeiro cientista a estudar a anomalia de que ele mesmo era
portador. Uma vez que esse problema está geneticamente ligado ao cromossomo
X, ocorre com maior frequência entre os homens, que possuem apenas um cromossomo
X, enquanto mulheres possuem dois.
Os portadores do gene apresentam dificuldade na
percepção de determinadas cores
primárias, como o verde e o vermelho.
Esta perturbação é causada por ausência ou
menor número de alguns tipos de cones ou
por uma perda de função parcial ou total destes, normalmente associada à
diminuição de pigmento nos fotorreceptores que deixam de ser capazes de
processar diferencialmente a informação luminosa de cor.
A mutação genética que
provoca o daltonismo sobreviveu pela vantagem dada aos daltônicos ao longo da
história evolutiva. Essa vantagem advém, sobretudo, do fato de os portadores
desses genes possuírem uma melhor capacidade de visão noturna, bem como maior
capacidade de reconhecerem elementos semiocultos, como animais ou pessoas
disfarçadas pela sua camuflagem
Se você
consegue distinguir perfeitamente o número 74 entre as bolinhas da figura
acima, então você não é daltônico.
Hemofilia
Hemofilia é uma doença genético-hereditária que se
caracteriza por desordem no mecanismo de coagulação do sangue e manifesta-se
quase exclusivamente no sexo masculino. Existem dois tipos de hemofilia: A
e B A ocorre por deficiência do fator VIII (oito) de coagulação do sangue e a
hemofilia B, por deficiência do fator IX (nove)
As pessoas hemofílicas têm uma tendência a
apresentarem hemorragias graves depois de traumatismos banais, como um pequeno
ferimento ou uma extração dentária.
A hemofilia é condicionada por um gene
recessivo, representado por h, localizado no cromossomo X. É pouco freqüente o
nascimento de mulheres hemofílicas, O gene que causa a hemofilia é
transmitido pelo par de cromossomos sexuais XX. Em geral, as mulheres não
desenvolvem a doença, mas são portadoras do defeito. O filho do sexo masculino
é que pode manifestar a enfermidade.
Não há cura para a hemofilia pois existem vários
estudos que procuram a melhora do tratamento. Controla-se a doença com injeções
regulares dos fatores de coagulação deficientes. Alguns hemofílicos desenvolvem anticorpos (chamadas
de inibidores) contra os fatores que lhe são dados através do tratamento
SINDROME DE
DOWN
Cópia extra do cromossoma 21, dificuldades de
habilidade cognitiva e desenvolvimento físico, assim como de aparência facial
CARACTERISTICAS
* Olhos amendoados
* Uma prega palmar transversal única (também
conhecida como prega simiesca)
* Dedos curtinhos
* Fissuras palpebrais oblíquas,
* Ponte nasal achatada
* Língua protrusa (devido à pequena cavidade oral)
* Pescoço curto
SINDROME DE
KLINEFELTER
As pessoas com síndrome de Klinefelter, do sexo
masculino, um cromossomo X adicional (47, XXY), estatura elevada, algum
desenvolvimento do tecido mamário e testículos pequenos. Também é possível
encontrar pessoas com outros cariótipos, como 48, XXXY, 48, XXYY ou 49,
XXXXY.[3]
PROBLEMAS E
TRATAMENTO
* Problemas comportamentais, desenvolvimento pubertal
anómalo ou infertilidade aparecem.
* Tratamento
com testosterona
SÍNDROME DE
SMITH-MAGENIS
* Síndrome da Deleção 17p11.2,
* Deleção de parte do braço curto do cromossomo 17
* Aterações do sistema nervoso central e periférico,
* Distúrbios de comportamento
* Alterações do ciclo circadiano (sono-vigília)
devido à inversão no padrão de secreção de um hormônio chamado melatonina.
*Alterações da expressão de um gene denominado RAI1.