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Conceitos importantes na prática inclusiva na EJA
 
INTRODUÇÃO

Atualmente um novo enfoque tem surgido nas  discussões e atuações dos diferentes agentes sociais inclusivo. Com esse enfoque “visa possibilitar a construção de ações, programas e políticas públicas abrangentes e para todos, ao invés de favorecer projetos isolados e pontuais para setores específicos da sociedade” . A idéia é valorizar e potencializar as ações de ampla prendizagem, riqueza em sua trajetória e enriquecimento das lideranças sociais no que tange a construção de sociedades realmente inclusivas.

Cabe ressaltar governamentais vinculadas às pessoas com deficiência, o conceito de desenvolvimento “O Instituto Interamericano sobre Deficiência & Desenvolvimento Inclusivo” mantém uma série de listas de discussões sobre a temática do Desenvolvimento Inclusivo.

Mas considerando a Educação Especial como inserida na Educação Geral, buscou-se desvelar os fatores implicados na escolarização para jovens e adultos com deficiência mental em confronto com a prática efetivada.

E metodologicamente foram analisadas as versões dos programas relativos à Educação de Jovens e Adultos (EJA) com deficiência mental, implantados a partir de 1997 no Estado de Mato Grosso do Sul, identificando no interior da escola, os avanços alcançados na escolarização deste alunado, sendo utilizados os aportes da pesquisa qualitativa e a técnica da entrevista semi-estruturada. O universo de pesquisa concentrou os estudos, particularmente, no município de Campo Grande, MS, onde foram matriculados jovens e adultos, oriundos de instituições especializadas no atendimento à pessoa com deficiência mental. E com a realização desta pesquisa observou-se que os programas de EJA sofreram avanços nas inserções dos alunos com deficiência, dado o processo de inclusão, mas por outro lado, não se pode atribuir à escolarização o poder de, isoladamente, garantir o exercício pleno da cidadania. Isso seria desconhecer o processo de exclusão social em que vive o indivíduo deficiente, determinado pela estrutura social e não simplesmente pela educação.

Com o processo de análise desenvolvido, constatou-se que a escolarização do jovem e adulto com deficiência mental caminha a passos lentos e que os motivos alegados para sua morosidade diferenciam-se da sua própria caracterização.

E o ensino para jovens e adultos, na área que envolve a educação especial, tem aumentado substancialmente por causa de vários fatores, que entre outros, emerge na atualidade a preocupação de oferecer às pessoas com deficiência suas reais possibilidades, uma vez que os discursos sociais e políticos estão imbuídos da defesa de uma sociedade inclusiva.

 

   
   
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